terça-feira, 30 de outubro de 2007

Eu acho que a gente tem que comemorar e reconhecer que nem todos nascem revelados. É mais ou menos como o discurso evangélico para quando \"Jesus toca alguém\". Vai ver que de repente Ele tocou essa mulher, e só agora ela se deu conta de que a favela é um terreno fecundo. Aleluia, Senhor! Mais uma que se libertou do ópio, da cegueira capitalista. Salve!

...em...
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

A pomba-sabiá-andorinha do Shopping D. Pedro tá com a bunda virada.
Fiquei encantada, a pomba-sabiá-andorinha do D. Pedro gira mesmo, pode reparar.
Essa tecnologia é f..
...impressiona a gente!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Gente, tem vaga sobrando na unicamp!
Os interessados devem procurar a secretaria acadêmica e pedir transferência!
kkk
que piada!

(...) de muito mau gosto por sinal

:(
Eu ouvi uma coisa muito interessante na aula de filosofia. Partiu de alguém com muita noção de mundo. Disse assim: "não vou estudar à toa"
Bem, de acordo com a minha filosofia de vida, defendo a seguinte ideologia:
NINGUÉM ESTUDA ALGO À TOA!
Ou será possível então "deletar" aquilo que aprendeu?
PS: vale lembrar que ler, não é aprender. Assim como ouvir é diferente de escutar. E ver, diferente de enxergar.
Capito or not?

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

SERÁ? SERÁ?

A titica é uma doença grave, um distúrbio cerebral raro.

O que leva uma pessoa a querer o Maluf de volta às sete da manhã?
Será o cansaço do horário de verão ou esse tempo seco? Afinal, não chove.
Mesmo vivendo o paradoxo da objetividade jornalística e o fato dela mesmo não existir, caminho pela linha da isenção, nesse momento, única, e exclusivamente. Porque se permitir a total parcialidade serei capaz de redigir trechos e trechos de escambalacho geral esquerdista e anti-Maluf. Do tipo: hei você e o Maluf: Vão tomá no cú! (homenagem à torcida de futebol que inventou esse grito de guerra, ótimo por sinal).
Continuando rumo à objetividade impossível, seleciono as fontes que explicarão esse fenômeno Malufístico que domina a população paulista.
Definidores primários:
1) Pessoa pró-Maluf (*fácil)
2) Pessoa anti-Maluf (*fácil)
3) Cientista Político (*médio)
4) Economista (*médio)
5) Psiquiatra (*médio-difícil)
6) Gestor Público (*médio-difícil)
Legenda: determina o grau de disponibilidade da fonte: fácil; médio; médio difícil.
Eu tenho minha visão particular, e acredito, sinceramente, que uma professora, afinal, alguém devidamente formada por um centro acadêmico de responsabilidade, pedagoga, etc, etc, que pensa que o Maluf é a grande resposta para os problemas da Educação Paulista, só pode ter titica de galinha na cabeça, antes de qualquer coisa.

sábado, 20 de outubro de 2007

A fôrma e o conteúdo eu

Ele não leu o livro, ele não leu o livro.Talvez se assim o tivesse feito, entenderia que a metafísica do mundo é externa a sua consciência medíocre do que seja a realidade das coisas.
Ela não leu o livro, ela não leu o livro. Talvez se assim o tivesse feito, compreenderia que a linha tênue que delimita o senso crítico e a falta da educação, está justamente relatada na última página.
O Serra não leu o livro. Foi isso o que ele fez. Dormiu nas aulas de antropologia, afogou as mágoas no horário da sociologia. Talvez se Serra tivesse lido o livro, ao invés de metê-lo nos fundilhos, entenderia que as coisas na educação vão muito além da puta que nos pariu.
Acho que o FHC leu o livro, mas acho que a maconha atrapalhou um pouco.
Se o Lula tivesse lido o livro, talvez perdesse muito tempo na faculdade, talvez não. A teoria pode afastar a noção prática das coisas? Não sei.
Muitos idiotas saem da faculdade acreditando que o importante esteja mais na fôrma do que no conteúdo. Muitos alienados esculacham no conteúdo em detrimento da fôrma.
Só sei que pela fôrma e pelo conteúdo atuais no meu cérebro, sou uma idiota que ainda não sabe de nada.
Ai meu Deus, alguém tem umas bolinhas aê?
Segura a onda Camila...
Toma café que passa.
PS: é fôrma mesmo e não forma.