segunda-feira, 13 de julho de 2015

mudança de trajetória 2

Pois, é...menos de um ano em relação à última postagem, percebo que me encontro na mesma. O conflito permanece...

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

mudança de trajetória

Hoje, 10 de novembro, eu estou decidindo começar a trilhar um novo caminho. Não sei ao certo pra onde vou, mas sei que é preciso ir para outro lugar. Acordar todos os dias se perguntando se não existem outras opções mais adequadas, não deve ser nada adequado. É estranho porque estou em uma posição invejada por muitos. Mas, preciso ser honesta comigo mesma, não está funcionando no meu caso. Preciso sair dessa posição confortável, colocar um tênis, um chapéu e sair por aí desbravando novos desafios.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

momento de oração

...que todas as pessoas preconceituosas e hipócritas queimem no fogo do inferno, amém!

segunda-feira, 2 de junho de 2014

tá, não sou esse monstro todo

Talvez seja esse o problema. Minha válvula de escape é esse alter ego sombrio.

Doses de humildade para não humilhar ninguém com a minha arrogância

Nunca procurei tão desesperadamente pela senha deste blog, como o fiz nos últimos dias. A inquietação diante de tantas idiotices fez coçar os dedos, a cabeça e os miolos. Tenho mania de grandeza, é verdade. Acho a grande maioria das pessoa à minha volta pouco relevante, também é verdade. Enquanto a humildade não surge espontaneamente, preciso desse blog para desce-la goela abaixo.
Sabe, eu torço para que algumas pessoas leiam esse blog e me conheçam mais verdadeiramente, todavia, isso não deve ser coisa boa de acontecer. As pessoas não estão prontas para conhecer quem realmente somos.

quinta-feira, 27 de março de 2014

...é isso

Não acredito em amizades no ambiente de trabalho.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Inconveniente, vulgo mal educado

...só por Deus, vez em quando é bom rezar!!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Nem um nem outro

Eu não sei o que é pior numa pessoa bipolar, a tristeza ou a alegria. Os dois estados irritam quem está por perto, de todo modo. Talvez irrite mais o fato de não tomar a medicação corretamente. Mistérios da medicina que até ontem eu considerava uma ciência exata...

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

...pensamentos diários

Lições de vida que considero valiosas: os seres humanos se relacionam por interesse, a felicidade completa é inatingível nesse mundo e um palavrão bem colocado resolve qualquer problema de stress.

Vamos todos tomar no cú, feliz 2014!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

[des]sindicalizando

Em 2007, minha alma estava sindicalizando. Sete anos depois, ela está em processo de [des]sindicalização. Aprendi nos últimos anos que o sindicalismo é uma experiência transformadora e necessária, mas que muitas vezes também mascara interesses escusos. Isso não é uma generalização, apenas a constatação de alguém que não se adequou a esse tipo de estrutura, embora tenha tentado algumas vezes...

segunda-feira, 2 de abril de 2012


Estou em busca de um objeto de pesquisa. Talvez eu devesse analisar o dia a dia em sala de aula. Investigar, afinal, porque as pessoas se torcem de maneira estranha quando querem fazer uma pergunta ou porque iniciam as frases sempre da mesma maneira. Seria uma espécie de tic nervoso? Desses em que é inevitável piscar os olhos de forma compulsiva? Seria uma necessidade de cravar uma espécie de marca “autoral”? Lembro de um colega da faculdade, que puxava os fios do cabelo, todas as vezes em que a pergunta entalava na garganta. Antes de expulsar o mal preso na goela, soltava grunhidos quase infinitos, como: “ééé....ããnnn...” Tinha também outro conhecido, que antes de perguntava fazia aquela introdução secular sobre o contexto mental que originou a dúvida que virá a seguir... Eu também poderia analisar essa minha arrogância diante de tantas informações novas, que se materializa na descrença de que, para nada, isso me servirá. Será possível que todo esse conhecimento que agora surge tão inútil, no futuro, fará de mim uma grande intelectual? Dessas, letradas, a que todos invejam e desejem obter autógrafos na contracapa dos livros? É uma possibilidade. E porque essa necessidade de falar com a idéia alheia, o tempo todo? Como seu o seu cérebro estivesse embotado? E porque eu tenho dó dessas pessoas que falam de Foucault e Marx como a solução de todos os males para esta Terra desgraçada. Reconheço o mérito. Afinal, pensar é bom. Mas, no final da história, não é o pensamento que vai para a frente da trincheira ou à beira do fogão, enfim...devo ser uma vítima do sistema.

sábado, 24 de setembro de 2011

Olha eu aqui novamente. Outro sábado que se repete monotonamente. É preciso ter calma e acreditar que tudo isso pode valer muito à pena.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O pior da carona não é ter carro próprio. É se sentir a própria mala.
Pela democratização do transporte particular, já!
Por que só quem depende do carro alheio sabe o drama que é...
E não venha falar de transporte público, porque não tenho saco pra isso.
Só quem anda de busão sabe o drama que é...
E viva o meio ambiente e o desenvolvimento do carro elétrico, limpo e barato.
Viva a imaginação fértil também. Limpo sim, barato, hum, improvável, né?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

tudo tranquilo, sempre tudo tranquilo

Uma bosta, eu quis dizer, na verdade.

...

É muito ruim começar o dia com provocação. Por mais que afirmado um acordo de piadas ácidas entre as partes. Isso me deixa irritada, extremamente sensível, porque a princípio: nem de conversar pela manhã eu gosto. Na verdade, acho que não gosto de blá, blá, blá quase nunca. Sou um ser calado, frio, mouco. Preciso do meu espaço, enfim, do meu canto. Deixem-me, em paz!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Nossa, o dia foi bastante cansativo. Tenho trabalhado muito. Ainda não sei ao certo se tem valido à pena. Mas posso afirmar que tem sido mais divertido que tedioso. Minha vida mudou muito nos últimos anos. No período de 10 anos variei a rotina, pelo menos, umas 5 vezes. Parece pouco, mas divida isso pelos anos. A cada dois anos vivi vidas diferentes, renovei o ciclo de amizades, livrei-me de alguns desafetos, ganhei outros tantos, mudei inúmeras vezes o corte do cabelo. Troquei um amor por outro incomparavelmente maior e mais verdadeiro. Ri, chorei, ri, chorei. Engordei, emagreci, engordei, emagreci. Dancei, descansei, dancei novamente e agora tento dançar mais uma vez.
É...a vida passa.
Estou cansada hoje. Exausta. Exaurida. Arrombada. Feliz!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

...

Tenho pensado em tantas coisas por esses dias. É gostoso pensar, vez em quando. Acreditar ser capaz de ter o domínio sobre si mesmo. Quem sabe, muito quem sabe, sobre as pessoas. Tem sido difícil nas últimas horas dessa fase pensante, acreditar no ser humano. E não falo como alguém que se lamenta, que chora as mazelas da vida e que teme ter chegado ao fim desta existência sem sentido. Falo com sentimento de apatia. De quem pouco se importa com as pessoas. De quem quer ignorar os problemas alheios e valorizar muito mais pequenas futilidades do ego.
Isso é demasiado egoísta, imagino. Na verdade, eu sei. Tenho sido egoísta nesta fase do eu-pensante, talvez, pela vontade ainda que vacilante, de acreditar muito mais em mim em detrimento do outro. É, é egoísmo eu bem sei. Mas isso não é um pedido de desculpa. É só um aviso. De que não serei complacente. Tão pouco, solidário. É um alerta. Uma espécie de “não mexa comigo”. Um ‘deixa-me quieto, recluso em meu canto, cá com meus incautos pensamentos’. 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

- Corram, corram todos! Gritou alguém na multidão.

- Lelé não se mexeu. Agia em nome do Grande Zé Maluco.

- Senhora, devo lembrá-la, mais uma vez, que o povo caminha para a desordem. Se o reino não agir agora será tarde demais.

Lélé respondeu com ignorância porque o silêncio é sempre a melhor maneira de manifestar autoridade. Calada, lembrava das palavras do Grande Guru. Pensando com seus botões, zombou do conselheiro “Esse alfinete, metido a linha de costura é um imaturo. Por acaso não percebeu que não agir é, exatamente, a estratégia adotada pelo Maluco?”

- Vossa Majestade o Rei Lulu pensa que a história pode ganhar a atenção dos abutres, insistiu.

- Lulu só pensa nas estrelas, deixou escapar Lelé.

O Alfinete não respondeu. Essas questões delicadas da corte só deveria interessar mesmo, a própria corte.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Pensando na vida. Acreditando mesmo que tudo pode ser resumido em gestos e palavras desconexas, sorrisos amarelados e desesperança.
Ando na escuridão por esses dias, por desconfiar que o sol não brilha, nem aquece de forma democrática. .

sábado, 19 de dezembro de 2009

Eram 4 reis: Lalá, Lelé, Lulú e Zé Maluco. Todos, mandatários do Grande Reino das Decisões. Onde muito se decidia e tudo se anotava. Nem sempre tudo se resolvia, mas outras leis sempre eram inventadas.

A confusão dessa manhã tinha explicação. Depois de desobedecer as ordens dadas por Lalá, Joseca, um funcionário metido a besta da corte, inventou uma história maluca para o Rei Lulu, ‘O Ingênuo’. Sem muito pesquisar, confiando na palavra do esquisito, Lulu repassou toda a feita para Lelé, que achou tudo um grande absurdo e demonstrou toda a sua indignação para o Grande Zé Maluco, rei do império central.

-Perdoa-me majestade, mas essa história é uma demonstração velada de desrespeito!

- O que disse Lalá?

-Ela ainda não foi informada, pelo menos, não oficialmente.

-Então deixaremos tudo como está..

-E o que direi a Lulú? Ele está agitado.

-Em breve ele esquecerá. O que disse nosso conselheiro?

-Aquele pequeno desorientado, ao qual Vossa Majestade insiste em tomar por Conselheiro? Senhor, ele ainda é um aprendiz!

-De todo modo, o que disse o Pequeno Alfinete?

-Que devemos nos preocupar com o que pode pensar o povo.

-Hum...

-O que isso significa?

-Que devemos deixar tudo como está.

-Será mesmo?

-Tenho certeza.